O presidenciável José Serra, PSDB, caminhando pelo Calçadão de Campo Grande, no Rio de Janeiro, foi atingido por um objeto, não identificado pela sua assessoria, lançado por simpatizantes do PT, depois de um encontro com alguns tucanos, o candidato foi levado para uma clínica para análise mas logo foi liberado.
Serra criticou o ataque dizendo: "O PT tem tropa de choque e isso é típico de movimentos fascistas", o Partido dos Trabalhadores, através do seu secretário-geral, José Eduardo Cardozo, se manifestou dizendo que lamenta o fato e não incentiva a violência.
Cardozo completou dizendo que: "Eu lamento o incidente. Isso não é bom. Em momento algum o nosso partido incentiva esse tipo de ação. Agora, essa campanha instiga o ódio e isso não parte de nós. Infelizmente, foram eles que começaram essa campanha de ódio. Mas somos contra qualquer ato de violêncio e não aceitamos ações como essa"
É nesse instante que precisamos de uma reflexão para delimitar o que se faz necessário para chegar ao poder, o ataque corporal não pode, em hipótese alguma, substituir o debate diplomático. Esse ataque soa de maneira negativa para a candidata do PT, já que as pessoas ligadas ao fato são petistas e estamos na reta final das eleições.
Por Érico Farias
Por Érico Farias

Eu sinceramente não entendi o que o Secretário-geral do PT, José Eduardo Cardoso, quis dizer com "foram eles que começaram essa campanha de ódio". Até onde me recordo os dois candidatos estão nessa disputa de quem é o pior desde antes do início das eleições. É muito díficil saber quem começou as discussões, mas agressões físicas já sabemos quem foi.
ResponderExcluirCara, eu sou aquela que já não acredito na politica!!! Mas esse tipo de atitude é fruto da educação do povo... que praticamente não existe!!! Parece que as pessoas não sabem pensar e muito menos respeitar o pensamento dos poucos que realmente pensam!!! Eu normalmente voto nulo pq não gosto das opções que nos temos, mas nesse segundo turno, eu voto Serra. Seguindo o pensamento de um professor que me disse... Precisamos mudar, o esquema de roubo deles já está montado a 8 anos, se entrar outro eles vão ainda precisar montar outro esquema de roubo... e eu penso que pelo historico de vida... Entre Serra e Dilma... vixiii... Fico com o Serra de longe!!!
ResponderExcluirEu acho que essa pedra não foi um meteorito que caiu, não foi um petista enraivecido, muito menos uma pessoa com inveja da careca brilhante do SERRA. Acho que isso "é fruto da educação do povo".A verdade é que essas eleições estão muito apelativas, aliás, tdas são.Juro que não me recordo de uma que não tenha sido tranquila: a oposição sempre apelando, sempre se aproveitando do passado, do futuro, do presente para apedrejar injúrias em quem está no poder; e o poder sempre se fazendo de vítima, sempre mostrando os avanços e NUNCA afirmando que precisa mudar, que há coisas que ainda não foram resolvidas e sempre vindo com mundos e fundos para os eleitores.Impossível não analisarmos o passado dos partidos e não julgamos os candidatos apresentados...se não fosse assim,todo ex-presidiário seria uma pessoa honesta, todo ex-político nunca subornou alguem, e todo integrante de classe baixa nunca foi inadimplente.
ResponderExcluirAté que ponto a política pode chegar para alcançar o poder? Há tempos não vemos uma disputa de forma limpa, infelizmente, ouso em dizer que jamais veremos, tendo em vista as últimas e atual eleição, chega a linha limítrofe do fanatismo ou da ganância, quebrando e impondo regras, rasgando os preceitos constitucionais ou administrativos na busca da continuidade no poder, há uma ignorância e um não comprometimento com o país e sim com sua própria "persona".
ResponderExcluirO gostar da política não é apenas um sentimento que precisa ser modificado e sim um posicionamento do brasileiro frente às adversidades enfrentadas pelo país, uma vez que "todo homem é um ser político".
Um breve esclarecimento: em pesquisa recente foi constatado que o maior nível de inadimplência é verificado nas classes média alta e alta e não nas classes inferiores e pensando assim não é debalde ressaltar o esforço que o menos afortunado faz, diariamente, para quitar todas as suas dívidas frente a sociedade.