A ex-candidata afirma que a posição dela junto ao PV não é de neutralidade e sim uma manifestação de respeito pela decisão de cada militante do partido, que poderá apoiar qualquer uma das duas candidaturas, não podendo, porém, usar a sigla do partido.Já ao término das eleições do 1º turno a candidata havia afirmando que o resultado nas urnas era a prova de que o Brasil está mostrando um desafeto com a falta de propostas eleitorais e que isso tende a tornar as eleições em um confronto pessoal. Afirmou também que o seu suposto apoio a alguém não iria refletir na escolha do seu eleitorado, pois o mesmo iria analisar os pós e contras de cada candidato e tomar sua própria opção.
Em discurso, a ex-presidenciável criticou os dois partidos - PT e PSDB - no que denominou "dualidade destrutiva", fazendo uma alusão aos ataques entre eles deixando de lado o que o Brasil mais se importa: propostas. Por fim, a ministra disse que a posição do partido é a melhor para o equilíbrio eleitoral e que "A escolha se estende agora à atitude de vocês", se referindo a Dilma Rousseff e José Serra.
Por Fernando Lima
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